[Stoq-devel] Arquivos de tradução e controle de versão
Leonardo Vilela Pinheiro
leonardo.pinheiro at dobemsoftware.com
Mon May 12 09:34:50 BRT 2008
Em 11/05/2008, às 22:30, Johan Dahlin escreveu:
> Leonardo Vilela Pinheiro wrote:
> [..]
>> Depois que enviei a análise heurística de usabilidade, ficou claro
>> que muitas mudanças que quero implementar não estão nos planos da
>> Async. Portanto não é possível manter as árvores sincronizadas.
>
> Não estou entendendo nada do que você está falando.
> Quais mudanças você está falando sobre?
Uma vez mandei por email para stoq-devel (ou stoq-users) um documento
chamado "Análise heurística de usabilidade do Stoq 0.9.4", com
diversas propostas de alterações no Stoq. É destas mudanças que estou
falando. Falando em um português mais fácil: poucas das minhas
sugestões foram suportadas pela Async. Mesmo que eu implemente todas
as minhas alterações na minha árvore, não é possível mandar patches
para a Async, pois como a Async não suporta as minhas mudanças, a
Async não vai aplicar meus patches na árvore principal do Stoq. Por
isso, não é possível manter a minha árvore sincronizada com a árvore
principal do Stoq.
>> Esta solução não necessariamente acrescenta complexidade para o
>> usuário. Ela vai facilitar muito a vida de tradutores e mesmo a
>> vida dos programadores. A compilação do "binário" pode acontecer
>> quando o Stoq
>
> O usuário em desse caso sou eu como desenvolvedor ou distribudor, e
> vai complicar minha vida.
O usuário neste caso é você? E os tradutores e programadores, são
usuários também? O mecanismo tem que facilitar a vida de quem?
Imagine desenvolvedores mantendo árvores separadas do Stoq.
Atualmente, eles têm dificuldades causadas pelo formato de arquivo .po
para revisar, gerar patches e mergear versões diferentes. Com um novo
esquema de tradução, essas dificuldades desaparecem.
Imagine voluntários criando novas traduções do Stoq. Atualmente, eles
precisam abrir um arquivo .po horroroso e confuso, editar o arquivo
manualmente, tem que rodar um programa chamado kiwi-i18n, tem que
testar, deve ser um processo muito difícil se o usuário não for
experiente. Com um novo esquema de tradução, vai ser muito mais fácil
traduzir o Stoq.
Então pergunto novamente: o mecanismo de tradução tem que facilitar a
vida de quem?
Este mecanismo que sugeri não precisa ser criado por você (Johan). Por
que este mecanismo vai complicar a sua vida, como desenvolvedor ou
distribuidor? Realmetne não entendi seu argumento. Eu gostaria que
você explicasse com mais detalhes, para que eu entenda melhor seu
ponto de vista.
>> for executado e perceber que o "fonte" das traduções está "sujo",
>> da mesma forma que o Python recompila os .py para .pyc.
>
> Certo, mas quem vai atualizar os scripts do release, pactoes do
> ubuntu e fedora para fazer isso?
O próprio Stoq é quem vai verificar se os arquivos estão sujos e, se
estiverem sujos, vai atualizá-los. Estou dizendo que o executável /
stoq/bin/stoq (ou outro) é quem deve fazer isso (automaticamente), a
partir de uma nova versão. Essa é a idéia.
Qual é o impacto que isso causará nos pacotes do ubuntu e fedora? Não
estou conseguindo imaginar impacto. Vai continuar tudo igual, não é?
Quanto a "quem" vai fazer este mecanismo, posso encontrar alguém.
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